Conheça o método Mãe-Canguru

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Aproveitando que estamos no Mês Internacional de Conscientização sobre a Prematuridade, vamos falar um pouco sobre um método muito utilizado nos dias atuais nas Unidades de Terapia Intensiva Neonatais: O Método Mãe-Canguru, esclarecendo algumas dúvidas e entendendo melhor seu objetivo.

No Brasil, os avanços tecnológicos e os estudos crescentes em neonatologia  tem modificado o perfil da mortalidade de bebês pré-termo (que nascem antes da 37º semana de gestação) e baixo peso, com aumentos crescentes nas taxas de sobrevida e melhorias em busca da qualidade de vida desses bebês. Apesar disso, são considerados uma população de alto-risco para problemas de desenvolvimento durante a infância e adolescência.

Importantes fases do desenvolvimento neurológico e comportamental do bebê irão ocorrer dentro das incubadoras ao invés do útero materno, sob condições de estimulação muito diferentes. Dessa forma, um equilíbrio quanto ao suporte das necessidades biológicas, ambientais e familiares se mostra necessário. Em uma perspectiva mais humana, é preciso favorecer uma atenção de qualidade diferenciada, estimulando a relação mãe/bebê/família e valorizando os fatores humanos na assistência neonatal.

Você já ouviu falar do Método Mãe-Canguru?

Ele é um método implementado pelo Ministério da Saúde que favorece o contato pele a pele do bebê com a mãe na chamada posição Canguru. O bebê é colocado em posição vertical no colo, sustentado por uma faixa ou manta amarrada ao redor da mãe que deverá estar despida na parte superior do corpo. Esse método pode ser utilizado assim que o bebê estiver estável clinicamente e é forte aliado para o desenvolvimento do aleitamento materno, que para o prematuro, abrange aspectos nutricionais e imunológicos ideais. Nesse momento tão especial e único, o bebê estará seguro e aquecido, fortalecendo o vínculo mãe e bebê.

Além do Método Mãe-Canguru favorecer uma evolução clínica satisfatória com a melhora no desempenho da amamentação, controle da temperatura adequado, inserção dos pais no cuidado ao filho, um dos efeitos mais importantes da intervenção neonatal é sua influência sobre o Desenvolvimento Motor após a alta hospitalar.

Mas o que a Fisioterapia tem a ver com isso?

Muitas pessoas me perguntam o que um fisioterapeuta faz em uma Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. O fisioterapeuta é um profissional de extrema importância, pois além da assistência respiratória, nós atuamos na prevenção e reabilitação motora desses bebês em parceria com uma equipe Interprofissional (Médicos, Enfermeiros, Nutricionistas, Fonoaudiólogos). Durante a hospitalização, incentivamos o desenvolvimento do bebê por meio de estímulos apropriados favorecendo vivências que talvez o prematuro levasse tempo para fazê-la. O método Mãe-Canguru é mais uma ferramenta para atingirmos esses objetivos. Converse com a equipe do setor para saber sobre a possibilidade dessa vivência e o mais importante, continue presente pois o seu bebê é  capaz de ouvir, cheirar e responder ao seu toque. Ao ser estimulado, se mostrará mais tranquilo e seguro. AH! E não se esqueça, o papai também pode ser canguru! 🙂

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Samara Quintanilla é Fisioterapeuta formada pela Universidade Federal de São Paulo-UNIFESP(V). Atua como Residente em Pediatria e Neonatologia no Hospital São Paulo e trabalha nas Unidades de Terapia Intensiva Pediátricas e Neonatais no Hospital Estadual de Diadema. Atende bebês e crianças em domicílio. Faz parte da Equipe Multiprofissional da Associação de Reabilitação Coração Valente possibilitando uma maneira eficiente e agradável através da terapêutica com cavalos na reabilitação e na inclusão social de crianças,jovens e adultos com necessidades especiais.

Consultório em São Bernardo do Campo | SP

Telefone: (11) 95220-7306

E-mail: samarafquintanilha@gmail.com

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